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piona.jpg (1703 bytes) IIIª Secção / Pioneiros


 

O Pioneiro

 

 

 

      Esta secção acolhe jovens entre os 14 e os 17 anos.

Ser Pioneiro é....

Ter uma parte do céu no azul de cada um dos nossos lenços;

Ter um "pedacinho" de Deus na alma.

Contribuir para que cada pedacinho se vá juntando a outro pedacinho, construindo assim um céu imenso, fruto do conjunto de muitos pedacinhos.

Viver numa busca incessante de algo que por vezes nem identificamos claramente;

Constatar que já não somos crianças e, olhando, vermos o mundo à nossa volta e sentirmos um desejo imenso de o transformar, ajudando a construir um mundo melhor.

Ser gota de água que fervilha com vida no seu interior, que descobre coisas novas em cada momento, que necessita de modelos e de algo com que se identifique, que procura mais, que quer descobrir mais, aprender mais, saber mais.

Procurar, como os antigos Navegadores, pioneiros na descoberta de novos mundos, o verdadeiro caminho, o rumo certo, seguindo, pela Rosa dos Ventos, os azimutes correctos em direcção ao Pai.

Colocar ao serviço dos outros as nossas aptidões, partilhar com eles a nossa própria existência.

Viver em Equipa, percorrendo juntos o caminho traçado, onde cada um tem o seu papel, indispensável e insubstituível.

É estar em comunhão ao serviço do próximo e de cada um, ao serviço de Deus e da comunidade, fiéis ao princípio de boa acção e da ajuda aos mais necessitados, cumprindo a missão de enviados que Cristo confiou a cada Homem.

É mostrar aos outros as nossas descobertas e novas capacidades.

É nesta interacção com os outros que a gota de água forma um riacho, se constrói uma corrente orientada, seguindo uma direcção e um sentido estabelecido.

Cada um de nós é esta gota de água, que pode ainda juntar-se a outras formando riachos em torrente que marcam e transformam o mundo, numa demonstração clara da nossa força e da nossa vitalidade!

O Machado é uma ferramenta que nos ajuda nas nossas construções, a abrir caminhos, a derrubar obstáculos, podendo até ser usado para salvar vidas.

O Empreendimento é o local por excelência para congregar estes nossos riachos, misturando as águas e multiplicando as descobertas alcançadas por cada um de nós, que nos permitem passar à acção.

 

 

 

 

S. João de Brito

 

 

 

Nascido em Lisboa, a 1 de Março de 1647. Filho de Salvador de Brito Pereira e de D. Brites Pereira, descendentes da família de D. Nuno Álvares Pereira. Aos dois anos de idade fica órfão de pai. Aos nove, depois de uma infância bastante melindrosa - era de natureza frágil - entra no paço como pagem, ficando ao serviço do Infante D. Pedro. Já nessa altura se revela diferente dos outros rapazes da mesma idade: reza e estuda, não cuidando das coisas vãs.

Aos onze anos fica gravemente doente. Quase sem esperança, a mãe invoca S. Francisco Xavier e promete que, se o filho melhorar, ele vestirá, durante um ano, a roupa dos padres missionários da Companhia de Jesus.

Salva-se... e, uma vez vestida aquela roupa, não mais a quer largar. Pede para ser admitido na Companhia de Jesus, o que só consegue depois de vencer grandes dificuldades, levantadas principalmente na corte, onde não se querem ver privados do seu agradável convívio, e por sua mãe que sabe quanto ele é fraco fisicamente.

A 17 de Dezembro é, finalmente, admitido. Onze anos depois, a seu pedido, é missionário nas piores regiões da Índia, onde desenvolve uma actividade particularmente notável: conversões, baptismos, comunhões, etc., contam-se aos milhares.

É perseguido várias vezes. Chega a estar preso e a ser condenado à morte. A execução, porém, não se realiza. Mas, uma vez em liberdade, sem se atemorizar, continua o seu apostolado. Por toda a parte, o espanto e o respeito acompanham a sua actuação.

As autoridades pagãs, contudo, apertam o círculo da perseguição e, dentro em pouco, é nova e definitivamente preso. Quando lhe comunicam que vai ser executado, alegra-se porque vai morrer pelo Senhor.

A 4 de Fevereiro de 1693, na cidade de Urgur que lhe serviu de cativeiro, é executado a golpes de cimitarra. Morre tranquilamente, dando graças a Deus.

Durante a sua missão em terras da Índia, só uma vez veio à Metrópole, e por ordem que lhe foi dada. Nessa altura, tudo fizeram para o reter por cá, até o próprio rei que o queria para educador dos seus filhos infantes, mas sem resultado. À vida cómoda da Corte, preferia a incerteza das terras ásperas da Índia, onde a "sementeira" do Evangelho ainda estava por fazer.

É Patrono dos Pioneiros, porque, na sua vida soube vencer os obstáculos, atravessou os mares para ir ao encontro dos outros, reflectiu seriamente sobre a sua vocação que, uma vez descoberta, nunca abandonou. Espelha bem na sua vida toda a mística dos Pioneiros, simbolizada na gota de água, na machada e no rumo certo da rosa-dos-ventos.

 

Equipa

 

Ana Margarida Oliveira Cardoso  
Ângelo Melo Martins  
Liliana do Carmo Coutinho Teixeira  
Manuel António Nascimento Nunes  
Maria Estela Nascimento Nunes  
Marlene Laranjeira Vieira  
Sandra Cristina Oliveira A. Pinto  
Tânia Isabel Medeiros Monteiro
 

 

 

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Última modificação: 12/11/08