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SIMPLESMENTE TC

 

caminha.jpg (1350 bytes)  IVª Secção / Caminheiros

 
 

O Caminheirismo       
 
Esta Secção acolhe jovens entre os 17 e os 25 anos.

“O Caminheirismo é uma Fraternidade do Ar Livre e do Serviço”.
Baden-Powell

Dimensões do Caminheirismo

bulletCaminho
bulletComunidade
bulletServiço
bulletPartida

Caminho

O Caminho evoca o ritual da viagem...

No Caminheirismo, o jovem é desafiado a escolher um itinerário de descoberta e de acção, que o leve a tornar-se artesão de um mundo novo.

Comunidade

Durante a Caminhada, o jovem é interpelado a avançar lado a lado com o outro...

É o apelo das Bem-aventuranças que dá sentido a essa Caminhada, que se torna assim experiência de comunidade, de partilha, de amor e de construção da Paz.

Serviço

A verdadeira descoberta só é possível no serviço...

Segundo o apelo das Bem-aventuranças, essa comunidade não pode ser virada sobre si mesma.

A dinâmica da Caminhada é de descoberta, vivida numa relação de amor fraterno.

Símbolos

As dimensões atrás referidas são marcadas por sinais de elevada carga simbólica: a vara bifurcada, o fogo, a mochila.

Do conteúdo da mochila fazem parte: a tenda, o pão e o evangelho.

Vara Bifurcada

bulletSímbolo da necessidade de fazer ou renovar as suas opções, sinal de que o Caminheiro se compromete a aderir ao projecto das Bem-aventuranças.

Mochila

bulletOnde transporta apenas o essencial para a jornada.
bulletSimboliza o seu desprendimento e a sua determinação de ir sempre mais além.

Tenda

bulletSinal da mobilidade e da sua rapidez de se pôr em marcha.
bulletNa Bíblia a tenda é um sinal da presença de Deus no meio do seu povo.

Pão

bulletTransportado na mochila, alimenta o corpo, dado em partilha e comunhão.

Evangelho

bulletO pão do Espírito, anúncio da Boa Nova de Cristo.

Fogo

bulletSinal da descida do Espírito Santo.
bulletÉ o fogo que ilumina e aquece o peregrino durante a sua caminhada.

          Partida

Exprime simbolicamente que o acto de caminhar é em si mesmo mais importante do que o facto de chegar.

O jovem não “chega” ao fim da sua caminhada, mas “parte”.

O fim de uma etapa significa sempre o início de outra...

A Mística             

"Homens, sede Homens"
Paulo VI

 

Ideal do Caminheirismo

A mística dos caminheiros baseia-se no seu ideal que são o “Homem Novo” e o projecto das “Bem-aventuranças”;

É inspirado neste projecto das “Bem-aventuranças” que se traduz a proposta de valores do “Homem Novo”.

bulletO Homem Novo respeita a vida em todas as suas formas e manifestações.
bulletO Homem Novo respeita e cuida do seu corpo.
bulletO Homem Novo vive a vocação do amor como um dar-se mutuamente e partilhar uma mesma caminhada.
bulletO Homem Novo filho de um mesmo pai, Deus, e assim todos os Homens são seus irmãos.
bulletO Homem Novo sabe que os Homens se salvam em comunhão: a fraternidade, a solidariedade e a partilha são os caminhos da salvação.
bulletO Homem Novo participa no desenvolvimento do mundo, na construção da Justiça e da Paz.
bulletO Homem Novo coloca-se ao lado dos pobres, dos desprotegidos, dos marginalizados, das vítimas da violência e da injustiça.
bulletO Homem Novo é livre e responsável, arriscando esses valores na busca de novos caminhos e soluções de futuro.
bulletO Homem Novo está atento às conquistas da ciência e da técnica, vendo nelas apenas instrumentos que têm de dominar e utilizar com discernimento.
bulletO Homem Novo vive o despojamento como exigência de liberdade e como um testemunho de caridade.
bulletO Homem Novo prefere a liberdade de criar do que a escravidão de consumir.
bulletO Homem Novo vive a vida como uma constante opção norteada da sua fé.
bulletO Homem Novo é enfim, um Homem comprometido com estes valores, empenhando-os na sua vivência e em todos os momentos da sua vida.

 

São Paulo             
Paulo de Tarso, o "apóstolo dos gentios" nasceu na cidade de Tarso, entre os anos 15 e 5 a.C. De acordo com os costumes da sua época, tinha como nomes; Saulo para o mundo judeu e Paulo para o mundo Romano, nome que definitivamente adoptaria quando se converteu ao Cristianismo.

Desde jovem tinha sentido a necessidade de se dedicar ao serviço de Deus e por isso se dirigiu a Jerusalém para estudar a religião com os melhores mestres do seu tempo. O interesse pelas coisas de Deus fê-lo esquecer-se da busca de uma esposa.

Os judeus encarregaram-no da difícil tarefa de eliminar das suas comunidades a doutrina cristã. Paulo dirigiu então a repressão contra os seguidores de Cristo, fazendo-o de uma forma muito dura.

Até esse momento Paulo sentia-se bem e dava graças a Deus porque o havia feito um crente responsável e consequente com os seus princípios. Mas cedo descobriu que os seus méritos e seus serviços não eram o que contavam para Deus; a sua fé não era mais do que um fanatismo humano e a sua segurança de crente, um orgulho dissimulado. Paulo viu-se a si mesmo um pecador, violento e rebelde mas ao mesmo tempo compreendeu que Deus acolhe, entende, perdoa.

Desta maneira, Paulo descobriu um novo caminho baseado em Cristo, transformando-se num instrumento de propagação da igreja. Foi um grande proclamador da palavra de Cristo, trabalho que realizou visitando inúmeras cidades e comunidades, convertendo-se num animador constante das mesmas, através das suas epístolas.

Paulo foi um homem sólido, intransigente e impetuoso, e ao mesmo tempo, um irmão, um amigo para os seus companheiros.

Foi um gigante, um homem fora de série, e ao mesmo tempo, um homem como nós, que duvida, vacila, busca, sofre, se encoleriza, protesta contra a doença, contra a injustiça, contra a incompreensão. Um resistente, um homem de acção, mas também um homem de reflexão.

Um atleta que se esforça por ganhar a corrida, custe o que custar, e que nos quer arrastar a nós atrás dele. Um homem de fogo, entusiasta, devorado por uma imensa paixão.

É por todas estas razões e não só pelas suas qualidades de santo, ou de seguidor de Cristo, que o consideramos o nosso modelo de Fé.

Paulo foi pioneiro em ideias como a divulgação da mensagem a todo o mundo e não só ao povo eleito. Além disso foi um caminhante inesgotável, que assumiu pessoalmente a tarefa que propôs aos seus irmãos de comunidade.

Num momento da sua vida viu-se confrontado com dois caminhos: o terreno - que lhe pedia que servisse Roma, perseguindo os cristãos - e o espiritual - que lhe oferecia um caminho cheio de obstáculos e dissabores, mas que lhe dava a oportunidade de fazer uma descoberta do seu próprio interior.

Este último, por sua vez, levá-lo-ía à grande experiência de partilhar com diversas comunidades o encontro com a Fé. A sua virtude foi que, a partir da Fé, foi capaz de denunciar e de actuar, isto é, não se ficou pelo discurso, mas foi um exemplo de compromisso e testemunho com a verdade que pregava.

Para os grupos cristãos a figura de S. Paulo adquire uma dimensão e um significado especial pelo seu testemunho de fé. A sua grande força provinha da sua fé num Criador, mas também em si mesmo, na sua própria capacidade de realizar uma missão nesta terra. Com humildade, mas com firmeza, defendeu os seus ideais e tomou o caminho dos homens livres que são capazes de entregar a sua vida ao serviço dos outros.

São Paulo foi o escolhido para ser o patrono da IV secção por a sua vida ser um excelente exemplo de "caminho". Facilmente se encontram na sua caminhada de anúncio da boa nova as características do caminheiro ideal. Por ter cedo aprendido uma profissão, a de tecelão de tendas, por querer sair de casa para estudar e ser um fiel seguidor da religião em que acreditava...pela grande encruzilhada da sua vida a caminho de Damasco após a qual, iluminado pelo Espírito Santo, escolheu seguir Cristo e anunciar a Boa Nova. Paulo foi um caminhante inesgotável que assumiu pessoalmente o projecto ao qual se propôs perante os seus irmãos cristãos. A sua grande virtude foi a de anunciar e ao mesmo tempo actuar, o que quer dizer que ele não se deixou ficar pelas palavras, mas foi um exemplo de compromisso e testemunho das palavras que pregava.

 
O Clã              
Ana Amélia Cardoso Carlos Monteiro Nathalie Costa
Ana Filipa Correia Cláudio Coutinho Raquel Maria Guedes
Ana Patrícia Teixeira José Pedro Pereira Sara Isabel Sequeira
Ângela Cardoso Manuel Joaquim Peixoto Sónia Maria Cardoso
Vitor Hugo Coutinho Mara Lúcia Rodrigues Tiago Miguel Cardoso
Carla Cardoso Mónica Coutinho

 

 

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Última modificação: 12/11/08